Logo retangular.jpeg
 

COMUNS - Desvendando processos na América Latina

Laboratório de arquitetura experimental e práticas do território 

Data do evento: 16.09- 09.10.2021

Inscrições até: 15.09.2021

Local: reuniões pelo Zoom

Público alvo: arquitetes e urbanistas da América Latina, mas também se abre para a interdisciplinaridade, pensando em práticas espaciais experimentais do território.

 

(para español haga clic aqui)

[PT]

____

links para inscrições

 

Para participar como Ouvinte, faça seu cadastro neste link.

________

sobre o comuns

 

A 2ª edição de Comuns, laboratório virtual de arquitetura experimental e práticas do território, tem como objetivo estimular a troca de experiências e reflexões em torno das tecnologias sociais, ecológicas e culturais de transformação dos territórios latino americanos.

 

Comuns reconhece a importância do trabalho desenvolvido por agentes, coletivos e escritórios latino-americanos engajados em práticas arquitetônicas não convencionais, assim como o de artistas, ativistas, movimentos sociais e outras iniciativas autônomas ligadas à luta pelo território. 

 

Essas propostas seguem lógicas que promovem o trabalho coletivo e experimental, ancoradas nos valores da colaboração, da de(s)colonização de discursos e práticas e do cuidado pelo bem comum.

 

Com curadoria de Marcella Arruda (BR), Marina Frúgoli (BR) e Paula Monroy (EC-CH), realizado em parceria com o centro cultural Marieta (SP-BR), o evento acontecerá entre os dias 16.09 e 09.10 de 2021, duas vezes por semana.

 

Com o propósito de fortalecer uma rede latino-americana de saberes alternativos nos campo da arquitetura, da cultura, do desenvolvimento sustentável e da defesa do território, o laboratório irá se orientar pelo tema geral:  

 

espaço em transe / reinvenção do habitar 

Junto ao cenário de catástrofes que atravessamos como sociedade, nos deparamos com a urgência de redesenhar aquilo que entendemos por cidade, em tempos que nos mostram as dificuldade de se reconstruir uma esfera comum, pública, com a participação de indivíduos e agentes privados. Diante disso, quais são as novas pontes que precisamos erguer para habitarmos territórios mais inclusivos e democráticos?

 

Para isso, ao longo das quatro semanas do laboratório, serão investigados os seguintes eixos temáticos, escolhidos pela curadoria:

  1. insurgências / micropolítica no espaço

A vivência urbana crítica pode se manifestar por meio de diversas expressões espaciais, atravessadas por experiências artístico-culturais, muitas vezes encontrando resistência e hostilidade pelas autoridades instituídas. Quais podem ser as estratégias no espaço público para quem quer atuar em favor da justiça e em defesa dos direitos, articulando ações positivas de transformação permanente?

 

  2.  arquitetura situada / dispositivos

A articulação do trabalho coletivo, colaborativo e experimental para a criação de espaços pode reestruturar dinâmicas sociais. Como materializar através da arquitetura a conscientização para o enfrentamento das desigualdades e limites do possível?

 

  3.  cuidado / envolvimento 

Através de geopoéticas e geocoreografias, pessoas, frequentemente mulheres, colaboram para manter vivas culturas e ecossistemas diversos. Como trabalhar o território, encarando de frente o passado e caminhando delicadamente no futuro que se faz presente?

 

O laboratório é uma oportunidade para participar de uma comunidade estimulante de aprendizagem de processos e práticas espaciais, a partir de uma perspectiva crítica latino-americana, buscando valorizar as pluralidades e especificidades das diversas culturas que compõem o nosso continente.

Todos os encontros serão falados em Portuñol.

_______

participações confirmadas

 

espaço em transe / reinvenção do habitar

 

ALTeHa  (Argentina)

La Asociación Latinoamericana de Teoría del Habitar (ALTeHa) indaga la temática del habitar sabiendo que ella involucra y requiere de muy diversos campos interdisciplinarios, abarcando no sólo aspectos materiales y tangibles, sino también la incidencia de los modos de habitar en la preservación de nuestras raíces culturales y en la construcción de un mundo simbólico que funcione como matriz de identidad y promotor de un Proyecto de liberación social y personal. 

www.alteha.faud.unsj.edu.ar 

 

Linda Schilling (Chile)

Linda Schilling es arquitecta y diseñadora urbana. Ha sido investigadora asociada en el Center for Resilient Cities and Landscapes de la Universidad de Columbia. Recientemente ha expuesto su obra en la 5ª Bienal de Diseño de Estambul. Ganadora del premio GSAPP Incubator 2020 con la propuesta Extractopia, inició AHORA junto a Claudio Astudillo Barra para trabajar con el nuevo paisaje modelado por las economías de extracción. Actualmente se desempeña como docente de taller en UNAB y como académica en UDLA, Chile. www.lindaschillingcuellar.com 

 

Nicolas Del Valle (Chile)

Coordenador Associado do Programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura UNESCO. Doutor em Filosofia, Mestre em Pensamento Contemporâneo, Bacharel em Ciência Política. Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Santiago do Chile. Diretor da Pléyade, uma revista de Humanidades e Ciências Sociais do Instituto Internacional de Filosofia e Estudos Sociais IIPSS. Fui Pesquisador Convidado do Ibero-Amerikanisches Institut do Stiftung Preußischer Kulturbesitz (Alemanha); Professor visitante na University of New South Wales (Austrália); Professor Convidado do Center for Arts Research (Argentina); e Pesquisador Visitante na Freie Universität Berlin (Alemanha). https://nicodelvalle.com/ 

 

insurgências / micropolítica no espaço

 

Aparelhamento (Brasil)

O Aparelhamento surgiu em 2016, como uma rede de artistas, ativistas, em reação ao processo de golpe parlamentar que impactou e ainda impacta o Brasil hoje. O grupo organizou uma exposição na sede da Funarte em São Paulo com mais de 200 artistas, arrecadando recursos para ações coletivas espalhadas pelo Brasil. Uma das premissas básicas de adesão ao grupo vinha do reconhecimento de que o processo pelo qual Michel Temer assumiu a presidência se configurou de fato como um golpe. Seus integrantes geralmente se manifestam em uma voz coletiva, como um todo, sem identificar especificamente um ou outro membro. @aparelhamento

 

Delight Lab (Chile)

Delight Lab es un estudio de diseño audiovisual y experimentación en torno al video, la luz y el espacio. Establecidos desde el 2009, abarcan una diversidad de proyectos tales como: proyecciones de videomapping a gran escala sobre la arquitectura, instalaciones audiovisuales en museos, diseño escenográfico audiovisual para escénicas, contenido audiovisual para eventos comerciales, y visuales audioreactivas para espectáculos en vivo entre otras cosas. https://delightlab.com/ 

 

Julia de Almeida (Brasil)

Mestranda em criminologia na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP). Advogada e bacharel também pela USP com período de intercâmbio na Université Paris 1 - Panthéon-Sorbonne. Tem experiência na área de Direito Penal, Criminologia Cultural, Direito à Cidade e Administração Pública. Pesquisadora em São Paulo, SP, nas áreas de criminologia, urbanismo e cultura popular. Associada ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), à Latin American Studies Association (LASA), à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) e ao International Research Group on Law and Urban Space (IRGLUS). Também integra as redes internacionais de pesquisa da University of Pittsburgh (The Center for Latin American Studies - CLAS, Estados Unidos). É Coordenadora Nacional da Rede Brasileira de Saberes Descoloniais. Formou o NEF USP - Núcleo de Expressão Feminina. É Coordenadora do Núcleo Direito, Cidade e Cultura (NDCCult - FDUSP). É Coordenadora do Laboratório de Direito Urbanístico (FDUSP). 


 

arquitetura situada / dispositivos

 

Semillas (Peru)

Semillas para el desarrollo Sostenible (Semillas) es una asociación sin fines de lucro que desarrolla proyectos en contextos emergentes en las áreas rurales de la Amazonia Peruana y en los asentamientos humanos en Lima. Se especializa en proyectos de investigación, talleres participativos, proyectos de arquitectura dentro de un marco de desarrollo integral. Sus proyectos han sido reconocidos a nivel internacional en la final de Ar-Emerging por Architectural Review 2021, Bienal de Quito; Bienal Ibero Americana de Arquitectura y Urbanismo, Bienal de Arquitectura Latino americana, Bienal de Venecia, Ganador del premio mundial ASF AWARD 2019 en Tailandia, premio mundial de arquitectura sustentable en el 2018, en Paris, por la CITÉ DE L’ARCHITETURE & DU PATRIMOINE, patrocinado por la UNESCO y Semillas es Miembro de honor en el Curry Stone Design Prize’s Social Design Circle desde el 2017. www.semillasperu.com 

 

Atarraya (Ecuador)

Atarraya es un taller de arquitectura fundado por Lorena Burbano y Sebastián Oviedo en 2016 en Quito, Ecuador. Su trabajo se centra en el acompañamiento y apoyo de procesos comunitarios y organizativos de acción en el hábitat. Su colaboración con comunidades y academia ha sido reconocida con varios premios internacionales y mostrado en exhibiciones de diferentes países.

Han sido profesores invitadxs en programas de planificación, acción y diseño urbano post-desastre con distintas universidades internacionales. Desde 2018 hasta 2020 co-dirigieron el taller 1:1 en la Universidad de Ciencias Aplicadas de Múnich, Alemania. www.atarrayataller.com 

 

Cooperación Comunitaria (Mexico)

Cooperación Comunitaria A.C. es una asociación civil sin fines de lucro que trabaja desde el 2010 con un grupo interdisciplinario para mejorar la habitabilidad y disminuir la vulnerabilidad de las comunidades rurales marginadas en México, con un modelo integral y sistémico en los aspectos constructivo, sociocultural, productivo y territorial–ambiental, a través del rescate de conocimientos tradicionales para fortalecer la autogestión de las poblaciones. A través de procesos formativos-participativos con las comunidades originarias, en producción y gestión social del hábitat se fortalece la relación del habitante con su territorio, el aprovechamiento sustentable de los bienes comunes, apoyando los conocimientos tradicionales de las comunidades e impulsando su transferencia intergeneracional, y el rescate de las maneras tradicionales de organizarse, autoconstruir los espacios habitacionales para fortalecer su autogestión. www.cooperacióncomunitaria.org 

 

cuidado / envolvimento 

 

Macarena Gomez-Barris (Chile)

Macarena Gómez-Barris é escritora e autora. Professora universitária e Presidenta dos Estudos Culturais e Ciências Sociais na Pratt Institute no Brooklyn, Nova Iorque. Macarena é Diretora Fundadora do Global South Center (GSC), um centro de pesquisa que trabalha na intersecção entre ecologias sociais, arte / políticas e metodologias decoloniais. Seu foco instrucional é em Estudos Latinxs e América Latina, memória e a vida pós violência, teoria decolonial, a arte do protesto social e epistemes queer femme. www.macarenagomezbarris.com/ 

 

Yásnaya Elena Aguilar (México)

Escritora, lingüista, traductora, investigadora y activista ayuujk (mixe). Licenciada en Lengua y Literaturas Hispánicas. Cursó la Maestría en Lingüística en la Universidad Nacional Autónoma de Méxici unam. Su trabajo se centra en el estudio y difusión de la diversidad lingüística así como de lenguas originarias en riesgo de desaparición en México. Ha colaborado en diversos proyectos sobre divulgación de la diversidad lingüística, desarrollo de contenidos gramaticales para materiales educativos en lenguas indígenas y proyectos de documentación y atención a lenguas en riesgo de desaparición. Ha colaborado en Letras Libres y Nexos. Forma parte del colectivo colmix, colectivo de jóvenes mixes que realiza actividades de investigación y difusión de la lengua, historia y cultura mixe. Colabora con la Biblioteca de Investigación Juan de Córdova en Oaxaca y escribe el blog #Ayuujk en la revista Este País.

 

Karina Aguilera Skvirsky (Equador)

Karina Aguilera Skvirsky é uma artista multidisciplinar cuja prática começou com a fotografia e se expandiu para vídeo e performance. Em 2019, ela recebeu uma bolsa da Creative Capital  para produzir How to build a wall and other ruins, um projeto que inclui uma série de fotografias escultóricas, uma instalação de vídeo multicanal e performances ao vivo. Ela exibiu o projeto em exposições individuais no Museu Amparo em Puebla, México e Ponce + Robles Gallery em Madri, Espanha. Outras exposições internacionais importantes incluem sua participação em Impermanence, a XIII Cuenca Biennial (Equador) curada por Dan Cameron em 2016 e Há sempre um copo de mar para um homem navegar, a 29a Bienal de São Paulo no Brasil (2010). Skvirsky recebeu diversos prêmios por seus trabalhos, com circulação nacional e internacional em exposições individuais e coletivas e participou de diversas residências artísticas em Nova Iorque, Estados Unidos.  www.karinaskvirsky.com/

_______

estrutura do laboratório

 

Estruturado de maneira horizontal e construído em torno do diálogo, o laboratório acontece pela plataforma online Zoom, em “portuñol”. 

 

O evento acontecerá entre 16 de setembro e 09 de outubro de 2021, em encontros virtuais cada um de 2h30.

Para ouvintes e integrantes:

 

às quintas-feiras, das 18h30 às 21h (GMT-3, horário de Brasília)

 

Conversatórios: diálogos temáticos entre três coletivos/projetos latino-americanos, convidados para apresentar suas trajetórias e os processos que envolvem a sua atuação nos territórios, delineando métodos, estratégias e inquietações para possíveis caminhos futuros. 

Apenas para integrantes:

 

às sextas, das 15h às 17h30 (GMT-3, horário de Brasília)

OU*

aos sábados, das 11h às 13h30 (GMT-3, horário de Brasília) 

 

Grupos: momentos de encontro em grupos pequenos de, no máximo, 22 pessoas, para discutir, problematizar e refletir sobre o tema apresentado no dia anterior, trocando, de forma horizontal, referências e experiências que podem vir a ser ferramentas para uma atuação mais integrada ao território. 

Cada grupo será coordenado por uma das curadoras.

 

_____

para quem é o laboratório

 

Comuns é um projeto criado por arquitetas, para pessoas atuantes e em formação nas áreas de arquitetura e urbanismo, mas que se abre para a  interdisciplina, pensando em práticas espaciais experimentais e territoriais. Assim, a participação é também aberta para pessoas das mais diferentes áreas como pedagogia, comunicação, antropologia, sociologia, artistas, pesquisadores, educadores não formais e populares, lideranças comunitárias e todas as pessoas interessadas em refletir e compartilhar acerca das tecnologias sociais, ecológicas, culturais e políticas de transformação dos territórios latino americanos.

 

Sobre a inscrição de coletivos

Temos um número limitado de vagas, pois na busca que haja espaço de fato para o diálogo, cada grupo não ultrapassa 22 participantes e, para tanto, realizaremos um processo seletivo. Caso todos os membros do seu coletivo queiram participar integralmente do laboratório, sugerimos que façam uma inscrição por membro. Caso prefiram fazer apenas uma inscrição pelo coletivo todo, apenas uma pessoa poderá participar. E, claro, todas e todos serão bem vindos no dia de fechamento, da celebração.

 

______

como participar

 

É possível participar de duas maneiras diferentes: como Integrante ou como Ouvinte.

 

1- Ouvinte

(apenas conversatório)

carga horária: 10 horas

 

Para poder assistir virtualmente, em página fechada na internet, aos Conversatórios temáticos, basta reservar sua vaga preenchendo o formulário de cadastro, sem precisar passar por processo seletivo.

 

Optando por esse tipo de participação, será possível acompanhar o debate e as palestras e ter acesso aos materiais complementares das palestrantes, porém sem direito a participar nos grupos fechados.

 

Também para os Ouvintes será emitido um certificado de participação, com descrição de carga horária e detalhamento das pessoas palestrantes, assinado pela organização do projeto. 

2- Integrante (inscrições encerradas para esta modalidade de participação)

(laboratório completo: conversatórios + grupo)

carga horária: 20 horas

 

As pessoas interessadas em participar da experiência completa de troca e formação de rede do Laboratório deverão enviar suas candidaturas através do formulário de inscrição, até o final do dia 01 de agosto de 2021. 

 

As candidaturas serão avaliadas por uma comissão de seleção, a ser divulgada em breve, que irá analisar as inscrições e deliberar sobre as pessoas selecionadas até 22 de agosto de 2021. Os critérios de seleção serão a diversidade e experiência da candidata e sua motivação em participar.

 

O resultado do processo de seleção, com os nomes das pessoas escolhidas para integrar o grupo e a lista de espera, será divulgado online no site do projeto e nas redes sociais no dia 24 de agosto de 2021.

 

O processo seletivo é inteiramente gratuito. 

 

O link para pagamento da contribuição será encaminhado apenas para as pessoas selecionadas, para finalizar a inscrição. 

 

Reservamos 10% das vagas para bolsas integrais, para quem não puder pagar. (mais informações abaixo)

 

Ao fim do laboratório será concedido um certificado de participação assinado pela organização do projeto, com detalhamento de carga horária e participantes.

 

_____

contribuições e bolsas

 

Ouvinte

R$ 300,00 Ideal

R$ 190,00 Reduzida

Integrante*

R$ 450,00 Ideal

R$ 320,00 Reduzida

 

*O processo seletivo para “integrantes” é completamente gratuito. Só será exigido o pagamento após a aprovação da candidatura.

 

O Comuns é um projeto realizado inteiramente de maneira auto-organizada, com recursos próprios e em colaboração. 

 

As receitas recolhidas com as inscrições cobrem os custos de manutenção das ferramentas digitais, o trabalho da equipe de produção e curadoria, a participação de júri e convidades e contribui para o fortalecimento do projeto Comuns e do centro cultural Marieta.

 

Acreditamos que a valorização da vida cultural da sociedade seja de responsabilidade de todas as pessoas, cada uma contribuindo segundo as suas possibilidades.

 

A contribuição ideal corresponde ao valor cheio que consideramos adequado para participar. 

 

O valor reduzido é reservado para estudantes, professores da rede pública, e todas aquelas pessoas que querem contribuir para a realização dos encontros, mas não podem pagar o valor inteiro. 

 

Reservamos pelo menos 10% das vagas do laboratório para bolsistas, seja na modalidade “integrante”, seja na “ouvinte”. Na escolha das candidaturas, daremos prioridade para pessoas negras; indígenas; LGBTQIA+; periféricas; em situação de vulnerabilidade social. No formulário de inscrição, temos uma seção reservada para quem quiser pleitear uma bolsa.

 

____

links para inscrições

 

Para participar como Ouvinte, faça seu cadastro neste link

______

Histórico

 

A 1ª edição de Comuns ocorreu em 2020 e contou com a participação de 12 coletivos de arquitetura e mais de 60 participantes de seis países da América Latina. As temáticas investigadas nos encontros foram materiais e técnicas, poéticas, participação e estratégias. 

_____

sobre as curadoras

 

Marcella Arruda

Marcella Arruda é artista transdisciplinar de São Paulo, arquiteta e urbanista pela Escola da Cidade (2017), tem diploma em Interactive Media Design na The Royal Academy of Arts de Den Haag (NL). Através de instalações, intervenções arquitetônicas, performances e programas pedagógicos, Marcella explora as relações entre corpo e territorio por meio de construções simbolicas como materia de pertencimento e agenciamento. Trabalha na intersecção de arte, arquitetura, ecologia, politica e educação para abrir possibilidades de outros modos de habitar. Marcella participou de distintos movimentos de ocupação do espaço público, como MUDA_coletivo e Escola Sem Muros. É diretora de projetos do Instituto A Cidade Precisa de Você.

Marina Frúgoli

Marina Frúgoli é paulistana e curadora formada em arquitetura e urbanismo pela FAU USP, com formação complementar em paisagismo pela Amsterdam Academy of Architecture. Desde 2018 é curadora da Coleção BEI de bancos indígenas e assistente de coordenação de projetos do Intermuseus. Em 2019, realizou a exposição “desvios (in)contidos”, selecionada no II Edital OMA de Curadoria. Como assistente de curadoria, atuou no Instituto Moreira Salles nas exposições “São Paulo, três ensaios visuais” (2017) e “Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1989-1964” (2017), e no no Itaú Cultural com a “Ocupação Paulo Mendes da Rocha” (2018) e a exposição “Geraldo de Barros”, prevista para 2021.

 

Paula Monroy

Pesquisadora chileno-equatoriana radicada em São Paulo desde 2015. Arquiteta pela Universidad Mayor (Chile, 2013), Mestre em Projeto, Espaço e Cultura pela FAU USP (Brasil, 2021) e possui estudos de especialização em Arte, Crítica e Curadoria pela PUC-SP (Brasil, 2017). Atua na intersecção entre arte, política e fenômenos urbanos mediante projetos que atravessam o campo da arquitetura, a representação e a educação. Dentre estes, destacam o programa Yap_Constructo em associação com o MoMA (Santiago, 2013-2014), a XIX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Valparaíso, 2015), a II Bienal de Artes da Ocupação Ouvidor 63 (São Paulo, 2018) e a XXI Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Santiago, 2019) onde curou a mostra “São Paulo: Diálogos y límites” e editou os quatro volumes do catálogo. Paula foi professora assistente na Universidad Mayor (Chile), na Escola da Cidade (Brasil) e atualmente é professora titular na Faculdade de Arquitetura da Universidad de las Américas (Chile), além de ministrar cursos e seminários de forma autônoma.

_____

sobre o Marieta

 

O Marieta é um centro cultural comunitário colaborativo, fundado em 2015 com a proposta de ser um espaço de pesquisa, difusão e produção de arte e cultura. Um lugar onde não apenas consumir cultura, mas fazer cultura!

O projeto tem sede física na rua Dona Maria Paula 96 – centro de São Paulo, próximo às estações de metrô Liberdade, Sé e República – e sede virtual em suas salas de Zoom, no YouTube e nas outras redes sociais.

Com o objetivo de difundir conhecimento e estimular o debate público, o Marieta oferece à comunidade uma constante e variada programação cultural pública: grupos de trabalho, cineclubes, exposições, cursos, seminários, entrevistas, debates e residências culturais.

Em coerência com seus princípios de inclusão e participação, o Marieta tem operado  um processo de despersonalização de sua curadoria, criando sistemas participativos de programação das atividades: estamos sempre em busca de novas pessoas e ideias!

www.projetomarieta.com.br

@projetomarieta 

 

____

ficha técnica equipe

Comuns

concepção: Marina Frúgoli e Marcella Arruda

desenvolvimento: centro cultural Marieta

identidade visual: André Moraes

 

Laboratório 2021

curadoria:  Marina Frúgoli, Marcella Arruda e Paula Monroy

assistente de curadoria: Montserrat Quintanar 

produção executiva: Gabriela Loreti e Giovanni Pirelli

coordenação de comunicação: Helena Guerra

assistente de comunicação: Lorenza Gioppo

design: Pedro Britto

_____

dúvidas e contatos

 

Em caso de dúvidas e para mais informações, por favor, escreva para

comuns@projetomarieta.com.br 

____

calendário detalhado

(GMT-3, horário de Brasília)

 

14.06 - 01.08.2021 | processo seletivo aberto

 

02.08 - 22.08.2021 | avaliação das candidaturas pelo Júri

 

24.08.2021 | divulgação lista de pré-selecionadas e lista de espera

 

24.08 - 29.08.2021 | 1ª chamada matriculas

 

30.08 - 03.09.2021 | 2ª chamada matriculas

 

16.09 - 09.10.2021 | Laboratório Comuns

semana 1

16.09 | conversatório de abertura

17.09 | encontro #1 grupo A

18.09 | encontro #1 grupo B

semana 2

23.09 | conversatório Tema I

24.09 | encontro #2 grupo A,

25.09 | encontro #2 grupo B

 

semana 3

30.09 | conversatório Tema II

01.10 | encontro #3 grupo A

02.10 | encontro #3 grupo B

 

semana 4

07.10 | conversatório Tema III

08.10 | encontro #4 grupos A, B, C

09.10 | encontro #4 grupos D, E

09.10 | FESTA DE ENCERRAMENTO! 

Conversatórios: quintas-feiras, das 18h30 às 21h (GMT-3)

Grupos: sextas, das 15h às 17h30 (GMT-3) OU sábados, das 11h às 13h30 (GMT-3)

_______________

[ES]

COMUNS- Laboratorio de arquitectura experimental y prácticas del territorio 
Fecha del evento: 16.09- 09.10.2021
Inscripciones hasta: 01.08.2021
Local: reuniones por Zoom
Público meta: arquitectxs y urbanistas de América Latina, pero también se abre a la interdisciplinaridad, pensando en prácticas espaciales experimentales del territorio.

___

enlaces para inscripciones

 

Para participar como "Ouvinte" (Oyente), regístrese en este enlace.

 

________
sobre o comuns

La 2ª edición de Comuns – laboratorio virtual de arquitectura experimental y prácticas del territorio tiene como objetivo estimular el intercambio de nuevas experiencias y reflexiones en torno a las tecnologías sociales, ecológicas, culturales y políticas de transformación de los territorios latinoamericanos.

Comuns reconoce la importancia del trabajo desarrollado por oficinas, actores y colectivos latinoamericanos comprometidos con las prácticas arquitectónicas no convencionales, así como de artistas, activistas, movimientos sociales y otras iniciativas autónomas relacionadas a la lucha por el territorio. Esas propuestas siguen lógicas que promueven el trabajo colectivo y experimental, ancladas en los valores de la autogestión colaborativa, la de(s)colonización de discursos y prácticas y del cuidado por el bien común, más allá de la democratización del acceso y efectiva utilización de la información. 

Con curaduría de Marcella Arruda (BR), Marina Frúgoli (BR) y Paula Monroy (EC-CH), realizado en colaboración con el centro cultural Marieta (SP-BR), el evento acontecerá entre los días 16.09 y 09.10 de 2021, dos veces por semana.

 

Con el propósito de fortalecer una red latinoamericana de saberes alternativos en los campos de la arquitectura, la cultura, del desarrollo sustentable y la defensa del territorio, el laboratorio será orientado por un tema general:  

 

espacio en transe / reinvención del habitar 

Junto al escenario de catástrofes que atravesamos como sociedad, nos enfrentamos con la urgencia de redibujar aquello que entendemos como ciudad, en tiempos que nos muestran las dificultades de reconstruir una esfera común, pública, con la participación de individuos y agentes privados. Frente a esto: ¿cuáles son los nuevos puentes que necesitamos construir para habitar territorios más inclusivos y democráticos?

 

Para eso, se pretende investigar los siguientes ejes temáticos, elegidos por la curaduría:

 

  1. insurgencias / micropolítica en el espacio

La vivencia urbana crítica puede manifestarse a través de diversas expresiones espaciales, atravesadas por experiencias artístico-culturales, muchas veces encontrando resistencia y hostilidad por parte de las autoridades instituidas. ¿Cuáles pueden ser las estrategias en el espacio público para quien quiere actuar en favor de la  justicia y en defensa de los derechos, articulando acciones positivas de transformación permanente?

 

  2.  dispositivos / arquitectura situada

La articulación del trabajo colectivo, colaborativo y experimental para la creación de espacios puede reestructurar dinámicas sociales. ¿Cómo materializar, mediante la arquitectura, la concientización para el enfrentamiento de las desigualdades y los límites de lo posible?

 

  3.  cuidado / involucramiento

A través de geopoéticas y geocoreografías, las personas, frecuentemente mujeres, colaboran para mantener vivas culturas y ecosistemas diversos. ¿Cómo trabajar el territorio, encarando de frente al pasado y caminando delicadamente en el futuro que se hace presente?

El laboratorio es una oportunidad para participar en una comunidad estimulante de aprendizaje de procesos y prácticas espaciales, a partir de una perspectiva crítica latinoamericana, buscando valorizar las pluralidades y especificidades de las diversas culturas que componen nuestro continente.

 

Todos los encuentros serán hablados en Portuñol.

_______

participaciones confirmadas

 

espacio en transe / reinvención del habitar 

 

ALTeHa  (Argentina)

La Asociación Latinoamericana de Teoría del Habitar (ALTeHa) indaga la temática del habitar sabiendo que ella involucra y requiere de muy diversos campos interdisciplinarios, abarcando no sólo aspectos materiales y tangibles, sino también la incidencia de los modos de habitar en la preservación de nuestras raíces culturales y en la construcción de un mundo simbólico que funcione como matriz de identidad y promotor de un Proyecto de liberación social y personal. 

www.alteha.faud.unsj.edu.ar 

 

Linda Schilling (Chile)

Linda Schilling es arquitecta y diseñadora urbana. Ha sido investigadora asociada en el Center for Resilient Cities and Landscapes de la Universidad de Columbia. Recientemente ha expuesto su obra en la 5ª Bienal de Diseño de Estambul. Ganadora del premio GSAPP Incubator 2020 con la propuesta Extractopia, inició AHORA junto a Claudio Astudillo Barra para trabajar con el nuevo paisaje modelado por las economías de extracción. Actualmente se desempeña como docente de taller en UNAB y como académica en UDLA, Chile. www.lindaschillingcuellar.com 

 

Nicolas Del Valle (Chile)

Coordenador Associado do Programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura UNESCO. Doutor em Filosofia, Mestre em Pensamento Contemporâneo, Bacharel em Ciência Política. Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Santiago do Chile. Diretor da Pléyade, uma revista de Humanidades e Ciências Sociais do Instituto Internacional de Filosofia e Estudos Sociais IIPSS. Fui Pesquisador Convidado do Ibero-Amerikanisches Institut do Stiftung Preußischer Kulturbesitz (Alemanha); Professor visitante na University of New South Wales (Austrália); Professor Convidado do Center for Arts Research (Argentina); e Pesquisador Visitante na Freie Universität Berlin (Alemanha)

 

insurgencias / micropolítica en el espacio

 

Aparelhamento (Brasil)

O Aparelhamento surgiu em 2016, como uma rede de artistas, ativistas, em reação ao processo de golpe parlamentar que impactou e ainda impacta o Brasil hoje. O grupo organizou uma exposição na sede da Funarte em São Paulo com mais de 200 artistas, arrecadando recursos para ações coletivas espalhadas pelo Brasil. Uma das premissas básicas de adesão ao grupo vinha do reconhecimento de que o processo pelo qual Michel Temer assumiu a presidência se configurou de fato como um golpe. Seus integrantes geralmente se manifestam em uma voz coletiva, como um todo, sem identificar especificamente um ou outro membro. @aparelhamento

 

Delight Lab (Chile)

Delight Lab es un estudio de diseño audiovisual y experimentación en torno al video, la luz y el espacio. Establecidos desde el 2009, abarcan una diversidad de proyectos tales como: proyecciones de videomapping a gran escala sobre la arquitectura, instalaciones audiovisuales en museos, diseño escenográfico audiovisual para escénicas, contenido audiovisual para eventos comerciales, y visuales audioreactivas para espectáculos en vivo entre otras cosas. https://delightlab.com/ 

 

Julia de Almeida (Brasil)

Mestranda em criminologia na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP). Advogada e bacharel também pela USP com período de intercâmbio na Université Paris 1 - Panthéon-Sorbonne. Tem experiência na área de Direito Penal, Criminologia Cultural, Direito à Cidade e Administração Pública. Pesquisadora em São Paulo, SP, nas áreas de criminologia, urbanismo e cultura popular. Associada ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), à Latin American Studies Association (LASA), à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) e ao International Research Group on Law and Urban Space (IRGLUS). Também integra as redes internacionais de pesquisa da University of Pittsburgh (The Center for Latin American Studies - CLAS, Estados Unidos). É Coordenadora Nacional da Rede Brasileira de Saberes Descoloniais. Formou o NEF USP - Núcleo de Expressão Feminina. É Coordenadora do Núcleo Direito, Cidade e Cultura (NDCCult - FDUSP). É Coordenadora do Laboratório de Direito Urbanístico (FDUSP). 


 

dispositivos / arquitectura situada

 

Semillas (Peru)

Semillas para el desarrollo Sostenible (Semillas) es una asociación sin fines de lucro que desarrolla proyectos en contextos emergentes en las áreas rurales de la Amazonia Peruana y en los asentamientos humanos en Lima. Se especializa en proyectos de investigación, talleres participativos, proyectos de arquitectura dentro de un marco de desarrollo integral. Sus proyectos han sido reconocidos a nivel internacional en la final de Ar-Emerging por Architectural Review 2021, Bienal de Quito; Bienal Ibero Americana de Arquitectura y Urbanismo, Bienal de Arquitectura Latino americana, Bienal de Venecia, Ganador del premio mundial ASF AWARD 2019 en Tailandia, premio mundial de arquitectura sustentable en el 2018, en Paris, por la CITÉ DE L’ARCHITETURE & DU PATRIMOINE, patrocinado por la UNESCO y Semillas es Miembro de honor en el Curry Stone Design Prize’s Social Design Circle desde el 2017. www.semillasperu.com 

 

Atarraya (Ecuador)

Atarraya es un taller de arquitectura fundado por Lorena Burbano y Sebastián Oviedo en 2016 en Quito, Ecuador. Su trabajo se centra en el acompañamiento y apoyo de procesos comunitarios y organizativos de acción en el hábitat. Su colaboración con comunidades y academia ha sido reconocida con varios premios internacionales y mostrado en exhibiciones de diferentes países.

Han sido profesores invitadxs en programas de planificación, acción y diseño urbano post-desastre con distintas universidades internacionales. Desde 2018 hasta 2020 co-dirigieron el taller 1:1 en la Universidad de Ciencias Aplicadas de Múnich, Alemania. www.atarrayataller.com 

 

Cooperación Comunitaria (Mexico)

Cooperación Comunitaria A.C. es una asociación civil sin fines de lucro que trabaja desde el 2010 con un grupo interdisciplinario para mejorar la habitabilidad y disminuir la vulnerabilidad de las comunidades rurales marginadas en México, con un modelo integral y sistémico en los aspectos constructivo, sociocultural, productivo y territorial–ambiental, a través del rescate de conocimientos tradicionales para fortalecer la autogestión de las poblaciones. A través de procesos formativos-participativos con las comunidades originarias, en producción y gestión social del hábitat se fortalece la relación del habitante con su territorio, el aprovechamiento sustentable de los bienes comunes, apoyando los conocimientos tradicionales de las comunidades e impulsando su transferencia intergeneracional, y el rescate de las maneras tradicionales de organizarse, autoconstruir los espacios habitacionales para fortalecer su autogestión. www.cooperacióncomunitaria.org 

 

cuidado / involucramiento

Macarena Gomez-Barris (Chile)

Macarena Gómez-Barris é escritora e autora. Professora universitária e Presidenta dos Estudos Culturais e Ciências Sociais na Pratt Institute no Brooklyn, Nova Iorque. Macarena é Diretora Fundadora do Global South Center (GSC), um centro de pesquisa que trabalha na intersecção entre ecologias sociais, arte / políticas e metodologias decoloniais. Seu foco instrucional é em Estudos Latinxs e América Latina, memória e a vida pós violência, teoria decolonial, a arte do protesto social e epistemes queer femme. www.macarenagomezbarris.com/ 

 

Yásnaya Elena Aguilar  (México)

Escritora, lingüista, traductora, investigadora y activista ayuujk (mixe). Licenciada en Lengua y Literaturas Hispánicas. Cursó la Maestría en Lingüística en la Universidad Nacional Autónoma de Méxici unam. Su trabajo se centra en el estudio y difusión de la diversidad lingüística así como de lenguas originarias en riesgo de desaparición en México. Ha colaborado en diversos proyectos sobre divulgación de la diversidad lingüística, desarrollo de contenidos gramaticales para materiales educativos en lenguas indígenas y proyectos de documentación y atención a lenguas en riesgo de desaparición. Ha colaborado en Letras Libres y Nexos. Forma parte del colectivo colmix, colectivo de jóvenes mixes que realiza actividades de investigación y difusión de la lengua, historia y cultura mixe. Colabora con la Biblioteca de Investigación Juan de Córdova en Oaxaca y escribe el blog #Ayuujk en la revista Este País.

Karina Aguilera Skvirsky (Equador)

Karina Aguilera Skvirsky é uma artista multidisciplinar cuja prática começou com a fotografia e se expandiu para vídeo e performance. Em 2019, ela recebeu uma bolsa da Creative Capital  para produzir How to build a wall and other ruins, um projeto que inclui uma série de fotografias escultóricas, uma instalação de vídeo multicanal e performances ao vivo. Ela exibiu o projeto em exposições individuais no Museu Amparo em Puebla, México e Ponce + Robles Gallery em Madri, Espanha. Outras exposições internacionais importantes incluem sua participação em Impermanence, a XIII Cuenca Biennial (Equador) curada por Dan Cameron em 2016 e Há sempre um copo de mar para um homem navegar, a 29a Bienal de São Paulo no Brasil (2010). Skvirsky recebeu diversos prêmios por seus trabalhos, com circulação nacional e internacional em exposições individuais e coletivas e participou de diversas residências artísticas em Nova Iorque, Estados Unidos.  www.karinaskvirsky.com/

 

_______

estructura del laboratorio

 

Estructurado de manera horizontal y construido en torno al diálogo, el laboratorio se desarrolla a través de la plataforma Zoom, en “portuñol”. 

 

El evento acontecerá entre el 16 de septiembre y el 09 de octubre de 2021, en encuentros virtuales de 2h30 cada uno.

Para oyentes e integrantes:

 

Los jueves, de las 18h30 a las 21h (GMT-3, horario de Brasilia)

 

Conversatorios: diálogos temáticos entre tres colectivos/proyectos latinoamericanos, invitados para presentar sus trayectorias y los procesos que involucran en su labor dentro de los territorios, delineando métodos, estrategias e inquietudes para posibles caminos futuros. 

Apenas para integrantes:

 

Los viernes, de las 15h a las 17h30 (GMT-3, horario de Brasilia)

O*

los sábados, de las 11h a las 13h30 (GMT-3, horario de Brasilia) 

 

Grupos: momentos de encuentro en pequeños grupos de máximo 22 personas, para discutir, problematizar y reflexionar sobre el tema presentado el día anterior, intercambiando referencias y experiencias de forma horizontal que pueden tornarse herramientas para un accionar más integrado al territorio. 

El grupo será coordinado por una de las curadoras.

 

_____

para quién es el laboratorio

 

Comuns nace de y para arquitectos, pensando en prácticas en arquitectura experimental y territoriales. Pero se abre a otras experiencias y prácticas.  La participación es abierta para personas que actúan o están en formación en las más diferentes áreas, desde arquitectura y urbanismo, hasta pedagogía, comunicación, antropología, sociología, artistas, investigadores, educadores no formales y populares, líderes comunitarias y todas las personas interesadas en reflexionar y compartir sobre prácticas en torno a las tecnologías sociales, ecológicas, culturales y políticas de transformación de los territorios latinoamericanos.

sobre la inscripción de colectivos

Tenemos un número limitado de vacantes, pues procurando que efectivamente exista espacio para el diálogo, cada grupo no supera los 22 participantes, es por ello que realizaremos un proceso de selección. En caso de que todos los miembros de un colectivo quieran participar integralmente del laboratorio, sugerimos que hagan una inscripción por miembro. En caso de que prefieran hacer una única inscripción por todo el colectivo, solamente una persona podrá participar. Y, claro, todas y todos serán bienvenidos el día de la clausura, de la celebración.

 

______

cómo participar

 

Es posible participar de dos formas diferentes: como Integrante o como Oyente.

1- Oyente

(solo conversatorio)

carga horária: 10 horas

 

Para poder ver virtualmente los Conversatorios temáticos, basta reservar un lugar haciendo la inscripción en el enlace abajo, sin necesidad de pasar por el proceso de selección.

 

Optando por este tipo de participación, será posible seguir el debate y conferencias y tener acceso a los materiales complementarios de las ponentes, sin embargo no tendrán derecho a participar e interactuar en los grupos cerrados.

 

También para los oyentes será emitido un certificado de participación, con su respectiva descripción de carga horaria y detalles de las personas conferencistas, firmado por la organización del proyecto.

2- Integrante (período de inscripciones encerrado)

(laboratorio completo: conversatorios + grupo)

carga horaria: 20 horas

 

Las personas interesadas en participar de la experiencia completa de intercambio y formación de red del laboratorio deberán enviar sus candidaturas a través del formulario de inscripción, hasta el final del día 01 de agosto de 2021

 

Las candidaturas serán evaluadas por una comisión de selección, que será anunciado en breve, quienes analizarán las inscripciones y deliberarán sobre las personas seleccionadas hasta el 22 de agosto de 2021. Los criterios de selección serán la diversidad y experiencia de las candidatas y su motivación para participar.

 

El resultado del proceso de selección, con los nombres de las personas elegidas para integrar el grupo y la lista de espera, será difundido en línea en el sitio oficial del proyecto y en las redes sociales el día 24 de agosto de 2021.

 

El proceso de selección es completamente gratuito. 

 

El enlace para realizar el pago de la contribución será enviado únicamente para las personas seleccionadas, para finalizar el proceso de inscripción. 

 

Reservamos el 10% de las vacantes para becas completas, para quien no pueda pagar. (más información debajo)

 

Al final del laboratorio será concedido un certificado de participación firmado por la organización del proyecto, que incluirá los detalles de carga horaria y participantes.

 

_____

contribuciones y becas

(costos en reales)

Oyente

R$ 300,00 Ideal

R$ 190,00 Reducida

 

Integrante*

R$ 450,00 Ideal

R$ 320,00 Reducida

 

*El proceso de selección para “integrantes” es completamente gratuito. Solo será exigido el pago después de la aprobación de la candidatura.

 

Comuns es un proyecto realizado enteramente de forma auto-organizada, con recursos proprios y en colaboración. 

 

Los valores recaudados con las inscripciones cubren los costos de manutención de las herramientas digitales, el trabajo del equipo de producción y curaduría, la participación del jurado y ponentes, y contribuye al fortalecimiento del proyecto Comuns y del centro cultural Marieta.

 

Creemos que la valorización de la vida cultural de la sociedad es de responsabilidad de todas las personas, cada una contribuyendo según sus posibilidades.

 

La contribución ideal corresponde al valor completo que consideramos adequado para participar. 

 

El valor reducido está reservado para estudiantes, profesores de la red pública, y todas las personas que deseen contribuir a la realización de los encuentros, pero no pueden pagar el valor entero. 

 

Reservamos al menos 10% de las vacantes del laboratorio para becados, tanto en la modalidad de “integrante”, como en la de “oyente”. En la selección de las candidaturas, daremos prioridad para personas negras; indígenas; LGBTQIA+; periféricas; en situación de vulnerabilidad social. En el formulario de inscripción, tenemos una sección reservada para quienes deseen acceder a una beca.

 

____

enlaces para inscripciones

 

Para reservar tu lugar como Oyente, haz tu inscripción en este enlace.

Para participar del proceso de selección para Integrantes, completa el formulario en este enlace

inscripciones hasta el 01.08.2021 (23h59 GMT-3)

divulgación de la lista de preseleccionadas y lista de espera 24.08.2021

____

Historia

La 1ª edición de Comuns ocurrió en 2020 y contó con la participación de 12 colectivos de arquitectura y más de 60 participantes de seis países de América Latina. Las temáticas abordadas en los encuentros fueron materiales y técnicas, poéticas, participación y estrategias. 

_____

sobre las curadoras

 

Marcella Arruda

Marcella Arruda es artista transdisciplinar de São Paulo, arquitecta y urbanista por la Escola da Cidade (2017), con diploma en Interactive Media Design de The Royal Academy of Arts de Den Haag (NL). A través de instalaciones, intervenciones arquitectónicas, performances y programas pedagógicos, Marcella explora las relaciones entre cuerpo y territorio por medio de construcciones simbólicas como materia de pertenencia y agencia. Trabaja en la intersección del arte, arquitectura, ecología, política y educación para abrir posibilidades de otros modos de habitar. Marcella participó de distintos movimientos de ocupación del espacio público, como MUDA_coletivo y Escola Sem Muros. Es directora de proyectos del Instituto A Cidade Precisa de Você.

 

Marina Frúgoli

Marina Frúgoli es paulistana y curadora graduada en arquitectura y urbanismo por la FAU USP, con formación complementaria en paisajismo por la Amsterdam Academy of Architecture. Desde 2018 es curadora de la Colección BEI de bancos indígenas y asistente de coordinación de proyectos de Intermuseus. En 2019, realizó la exposición “desvios (in)contidos”, seleccionada en la II Convocatoria OMA de Curadoría. Como asistente de curadoría, actuó en el Instituto Moreira Salles en las exposiciones “São Paulo, três ensaios visuais” (2017) y “Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1989-1964” (2017), y en Itaú Cultural con  “Ocupação Paulo Mendes da Rocha” (2018) y la exposición “Geraldo de Barros”, prevista para 2021.

 

Paula Monroy

Investigadora chileno-ecuatoriana radicada en São Paulo desde 2015. Arquitecta por la Universidad Mayor (Chile, 2013), Maestra en Proyecto, Espacio y Cultura por la FAU USP (Brasil, 2021) y cuenta con estudios de especialización en Arte, Crítica y Curaduría por la PUC-SP (Brasil, 2017). Actúa en la intersección entre arte, política y fenómenos urbanos mediante proyectos que atraviesan el campo de la arquitectura, la representación y la educación. Entre estos, destacan el programa Yap_Constructo en asociación com el MoMA (Santiago, 2013-2014), a XIX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Valparaíso, 2015), la II Bienal de Artes da Ocupação Ouvidor 63 (São Paulo, 2018) y la XXI Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Santiago, 2019) donde curó la muestra “São Paulo: Diálogos y límites” y editó los cuatro volúmenes del catálogo. Paula fue profesora asistente en la Universidad Mayor (Chile), en la Escola da Cidade (Brasil) y actualmente es profesora titular en la Faculdad de Arquitectura de la Universidad de las Américas (Chile), además de dictar cursos y seminarios de forma autónoma.

_____

sobre Marieta

 

Marieta es un centro cultural comunitario y colaborativo, fundado en 2015 con la intención de ser un espacio de investigación, difusión y producción de arte y cultura. Un lugar donde no solo se pueda consumir cultura, sino ¡hacer cultura!

 

El proyecto tiene su sede física en la calle Dona Maria Paula 96 – centro de São Paulo, próximo a las estaciones de metro Liberdade, Sé y República – y su sede virtual en sus salas de Zoom, en YouTube y en las otras redes sociales.

Con el objetivo de difundir conocimiento y estimular el debate público, Marieta ofrece a la comunidad una constante y variada programación cultural pública: grupos de trabajo, cineclubes, exposiciones, cursos, seminarios, entrevistas, debates y residencias culturales.

En coherencia con sus principios de inclusión y participación, Marieta ha operado un proceso de despersonalización de su curaduría, creando sistemas participativos de programación de las actividades: ¡estamos siempre en búsqueda de nuevas personas e ideas!

Desde 2020, Marieta es la plataforma que alberga al proyecto Comuns. En ella se difunden los contenidos oficiales y tiene lugar el proprio evento. Sin duda una colaboración que ha sido muy significativa para el desarrollo de este Laboratorio. 

www.projetomarieta.com.br

@projetomarieta 

____

ficha técnica del equipo

Comuns

concepción: Marina Frúgoli y Marcella Arruda

desarrollo: centro cultural Marieta

identidad visual: André Moraes

 

Laboratorio 2021

curaduría:  Marina Frúgoli, Marcella Arruda y Paula Monroy

asistente de curaduría: Montserrat Quintanar 

producción ejecutiva: Gabriela Loreti y Giovanni Pirelli

coordinación de comunicación: Helena Guerra

asistente de comunicación: Lorenza Gioppo

diseño: Pedro Britto

_____

dudas y contactos

 

En caso de dudas y para más información, por favor, escríbenos a

comuns@projetomarieta.com.br 

 

____

calendario detallado

(GMT-3, horario de Brasilia)

 

14.06 - 01.08.2021 | apertura del proceso de selección

 

02.08 - 22.08.2021 | evaluación de las candidaturas por el jurado

 

24.08.2021 | divulgación de la lista de pre-seleccionadas y lista de espera

 

24.08 - 29.08.2021 | 1ª llamada de inscripción

 

30.08 - 03.09.2021 | 2ª llamada de inscripción

 

16.09 - 09.10.2021 | Laboratorio Comuns

semana 1

16.09 | conversatorio de inauguración

17.09 | encuentro #1 grupo A

18.09 | encuentro #1 grupo B

semana 2

23.09 | conversatorio Tema I

24.09 | encuentro #2 grupo A

25.09 | encuentro #2 grupo B

semana 3

30.09 | conversatorio Tema II

01.10 | encuentro #3 grupo A

02.10 | encuentro #3 grupo B

semana 4

07.10 | conversatorio Tema III

08.10 | encuentro #4 grupo A

09.10 | encuentro #4 grupo B

09.10 | ¡FIESTA DE CLAUSURA!

Conversatorios: jueves, de las 18h30 a las 21h (GMT -3)

Grupos: viernes, de las 15h a las 17h30 (GMT -3) O sábados, de las 11h a las 13h30 (GMT -3)