GT Arte/Cidade - linha metálica | Encontro#2 infraestrutura e os rios de São Paulo

05.15.2017

GT Arte/Cidade – linha metálica
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Encontro #2: Infraestrutura e os rios de São Paulo
15 de maio de 2017 segunda-feira
19h às 22h 

evento gratuito para público restrito, com inscrição prévia pelo email artecidadelinhametalica@gmail.com.
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O projeto Marieta, o projeto Arte/Cidade e o Instituto Tomie Ohtake realizam palestras e debate preparatórios do próximo projeto liderado por Nelson Brissac. 
O “GT Arte/cidade – linha metálica” organiza seu segundo encontro, onde será tematizado o sistema hídrico de São Paulo e conta com as participações de Alexandre Delijaicov, Ricardo Toledo Silva, Abilio Guerra, Angélica Benatti Alvim, Luís Antonio Jorge, Milton Braga e Vladimir Bartalini
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Sistema hídrico metropolitano

“A modernização técnica de São Paulo deu-se, sobretudo, pela necessidade de amparo à atividade do setor secundário. Os investimentos realizados consolidaram São Paulo como grande metrópole industrial, apesar do ônus implicado nessa condição. [...] Parte significativa dos esforços realizados no âmbito dessas ações convergiu na transformação da estrutura ambiental das várzeas e terraços fluviais da Bacia de São Paulo num território adensado de sistemas técnicos”.

Como se evidencia na afirmação acima de Fernando de Mello Franco (A construção do caminho, p. 247), a cidade de São Paulo promove sua industrialização no início do século 20 tendo os leitos dos seus rios e suas várzeas lindeiras como terrenos disponíveis para a instalação de infraestrutura e propriedades a receber as plantas industriais, decisão estratégica que acabará por conferir a futura configuração espacial não só da cidade, mas de toda a metrópole.

Assim, rios, riachos, lagos, mananciais, barragens, eclusas, represas e usinas hidrelétricas da área metropolitana de São Paulo serão abordados pelos três apresentadores sob o ponto de vista do abastecimento de água, produção de energia, transporte fluvial de carga e pessoas, projetos de intervenção etc, tendo como pano de fundo dois conjuntos de preocupações: os discursos e atuações técnicos promovidos por agências governamentais, em especial Secretarias de Meio Ambiente e Comitê de Bacia Hidrográfica; e os conceitos e projetos urbanísticos desenvolvidos por arquitetos, urbanistas, pesquisadores e grupos de pesquisa da universidade.
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Sobre o projeto Arte/Cidade – linha metálica

www.artecidadelinhametalica.org

Explorando as interações entre arte, indústria e o território, o projeto Arte/Cidade propõe percorrer o fio condutor das transformações que os processos produtivos promovem na paisagem: as instalações industriais e os dispositivos logísticos, o meio ambiente, a história e as cidades. A linha metálica que vai da extração do minério à siderurgia, da geração de energia elétrica à petroquímica. Processos que percorrem ferrovias, rodovias e o caminho das águas, até o porto.

O projeto propõe contrapor esse território industrial implantado entre São Paulo e Santos com a região do Ruhr, na Alemanha, onde se localizavam as minas de carvão e grandes siderúrgicas, e que hoje passa por um processo de reconversão pós-industrial, com muitas dessas instalações sendo redirecionadas para fins culturais e produção de alta tecnologia. Dois caminhos da matéria, duas trilhas metálicas.
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O primeiro encontro ocorreu no dia 08 de dezembro de 2016 – presenças de Cecília Rodrigues dos Santos, Beatriz Mugayar Kühl, Paul Meurs, Ayrton Camargo e Silva, Issao Minami, Renato Viegas e Vanessa Gayego Bello Figueiredo –, e foi dedicado ao patrimônio industrial e ferroviário. Outros encontros ocorrerão futuramente, abordando temas como meio ambiente, inovação tecnológica, reconversão pós-industrial e relações entre o porto e a cidade.
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Quem são os participantes do segundo encontro

Abilio Guerra. Arquiteto (FAU PUC-Campinas), mestre e doutor em História pelo (IFCH Unicamp), professor da FAU Mackenzie. Com Silvana Romano Santos, é editor da Romano Guerra Editora e do Portal Vitruvius. Participou do Arte/Cidade 2 (com Marco do Valle, São Paulo, 1994) e coordenou o Workshop Rios Urbanos (com Silvana Romano, Paul Meurs e Luis Espallargas Gimenez, São Paulo, 2003). Como idealizador de salas especiais e coordenador do Fórum de Debates, participou da 3ª, 4ª e 5ª edições da Bienal de Arquitetura de São Paulo (São Paulo, 1997, 1999, 2003), participou, como jurado ou delegado brasileiro, das 5ª, 6ª e 7ª edições da Bienal Iberoamericana (Montevidéu, 2006; Lisboa, 2008; Medellín, 2010) e foi curador das exposições Viver na floresta (Instituto Tomie Ohtake, 2010) e Território de Contato (com Marta Bogéa, Sesc Pompeia, 2014). É autor do livro O primitivismo em Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Raul Bopp (Romano Guerra, 2010), além de autor e organizador de diversas publicações.

Alexandre Delijaicov. Arquiteto (Febasp, 1985), mestre e doutor (FAU USP, 1998 e 2005), professor do Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde coordena dois grupos: Projeto de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais (Grupo Metrópole Fluvial) e Projeto de Arquitetura de Equipamentos Públicos, do Laboratório de Projeto – LABPROJ. É arquiteto da Divisão Técnica de Projetos do Departamento de Edificações – EDIF da Prefeitura do Município de São Paulo desde 1992, onde desenvolveu em parceria com André Takiya Wanderley Ariza os Centros Educacionais Unificados, e projetou em parceria com André Takiya o sistema construtivo e todas as unidades do Centro Educacional Unificado – CEU. Foi coordenador da Equipe de Cultura e Extensão que elaborou os Estudos de Articulação Arquitetônica e Urbanística dos Estudos de Pré-Viablilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Hidroanel Metropolitano de São Paulo, para o Departamento Hidroviário da Secretaria de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo.

Ricardo Toledo Silva. Arquiteto, mestre, doutor e livre docente (FAU USP, 1974, 1984, 1991 e 1996), realizou programas de especialização no Bouwcentrum (Holanda, 1977-1978) e no Politecnico di Torino (Itália, 1976). É professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde foi diretor (2002-06). Coordenou o Núcleo de Pesquisa em Informações Urbanas da USP (1992-2002). Atual Secretário Adjunto de Energia do Estado de São Paulo (2015–), desempenhou diversos cargos públicos: Assessor Especial de Assuntos Estratégicos do Gabinete do Governador do Estado de São Paulo (2014), Secretário Adjunto de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (2007-2010), Diretor Nacional do Projeto PNUD e Secretário de Desenvolvimento Urbano do Ministério da Habitação, Urbanismo e Meio-Ambiente (1988), Secretário Geral Adjunto do Ministério da Habitação e do Bem-Estar Social (1988-1989). De 1980 a 1991 foi pesquisador das divisões de Edificações e Construção Civil do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

Angélica Benatti Alvim. Arquiteta (Febasp, 1986), mestre e doutora (FAU USP, 1996 e 2003), professora da graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde é a atual diretora (2016-2019), Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (2010-2013), editora dos Cadernos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (2009-2011) e Coordenadora de Pesquisa (2008-2010). Foi Coordenadora Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Mackenzie (2013-2016). Foi Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – Anparq (2015-2016). É Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq nível 2. Organizou os livros Avaliação de políticas urbanas: contexto e perspectivas (Mackpesquisa/Romano Guerra, 2010) e UN-Habitat: das declarações aos compromissos (Romano Guerra, 2010).

Luís Antônio Jorge. Arquiteto (PUC-Campinas, 1985), mestre, doutor e livre-docente (FAU USP, 1993, 1999 e 2016) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde é professor da graduação e pós-graduação. Coordena o Grupo de Pesquisa “Representação dos lugares na cultura brasileira” e preside a Comissão de Cooperação Internacional (CCInt-FAU-USP). Foi professor-convidado da Universidad Autónoma Metropolitana do México (UAM-Xochimilco), da Universitat Politècnica de Catalunya (UPC-Barcelona), da Universidade Técnica de Lisboa (UTL-Portugal), da Universidade Eduardo Mondlane (UEM-Maputo/Moçambique), da Yokohama Graduate School of Architecture (Y-GSA/Japão) e do Politecnico di Milano (Itália). É autor do livro O desenho da janela”, recebeu 7 prêmios do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) por seus ensaios, livro e projetos de arquitetura e urbanismo e 5 honrarias acadêmicas de formandos em Arquitetura e Urbanismo da USP.
Milton Braga. Arquiteto, mestre e doutor (FAU USP, 1986, 1999 e 2006), é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e um dos sócios do MMBB Arquitetos. É autor do livro O concurso de Brasília: sete projetos para uma capital (Cosac Naify, 2010), 2º lugar no 53º Prêmio Jabuti e 1º prêmio ex aequo na VIII BIAU Cádiz 2012.Foi vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento São Paulo (2012/2013).

Vladimir Bartalini. Arquiteto, mestre e doutor (FAU USP, 1972, 1988 e 1999), é professor da graduação e pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É membro fundador do Laboratório Paisagem, Arte e Cultura – LABPARC/ FAU-USP, o qual coordenou de 2002 a 2006, desenvolvendo estudos teóricos sobre paisagem e pesquisa sobre “Córregos Ocultos”. Tem experiência profissional em projetos e consultorias em Paisagismo, atuando principalmente em espaços livres, áreas verdes e parques públicos.
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Equipe e organização do Projeto Arte/Cidade – linha metálica
Nelson Brissac, curador
Ricardo Ohtake, coordenador-geral
Priscyla Gomes (Núcleo de Pesquisa e Curadoria - Instituto Tomie Ohtake)
Marcella Nigro e Ricardo Miyada (Assuntos Institucionais – Instituto Tomie Ohtake)

Organização
Abilio Guerra, coordenador
Fernanda Critelli e Karoline Barros, pesquisadoras
Priscyla Gomes, Marcella Nigro e Ricardo Miyada, equipe Tomie Ohtake
Silvana Romano Santos, Helena Guerra, Caio Guerra e Giovanni Pirelli, equipe Marieta

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Bibliografia indicada

ALVIM, Angélica Benatti. A contribuição do Comitê do Alto Tietê à gestão da Bacia Metropolitana. Tese de doutorado. Orientador José Luiz Caruso Ronca. São Paulo, FAU USP, 2003.
ALVIM, Angélica Tanus Benatti; RONCA, José Luiz Caruso. Metodologia de avaliação qualitativa das ações dos Comitês de Bacias com ênfase na gestão integrada: o Comitê do Alto Tietê em São Paulo. Engenharia Sanitária e Ambiental, vol. 12, n. 3, Rio de Janeiro, jul./set. 2007.

BENAVIDEZ, Martin. Navegar na contracorrente. Uma leitura da metrópole fluvial. Dissertação de mestrado. Orientador Luís Antônio Jorge. São Paulo, FAU USP, 2017.

BRAGA, Benedito; PORTO, Monica Ferreira do Amaral; SILVA, Ricardo Toledo. Water management in metropolitan São Paulo. International Journal of Water Resources Development, v. 22, 2006, p. 337-352.

BRAGA, Milton; JORGE, Luís Antônio. Imagem e referência na metrópole de São Paulo: proposta de requalificação do vale do Tietê. In: 4º Congresso Internacional de Semiótica Visual, 1996, São Paulo. Caderno de Resumos do 4º Congresso Internacional de Semiótica Visual. São Paulo, Associação Internacional de Semiótica Visual, 1994, p. 12-13.

BRAGA, Milton. Infraestrutura e projeto urbano. Tese de doutorado. Orientadora Regina Maria Prosperi Meyer. São Paulo, FAU USP, 2006.

CAPOBIANCO, João Paulo Ribeiro; WHATELY, Marussia. Billings: ameaças e perspectivas para o maior reservatório de água da Região Metropolitana de São Paulo. Relatório do Diagnóstico Socioambiental Participativo da Bacia Hidrográfica da Billings no Período 1989-99. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2002. Disponível em <https://www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/56.pdf>.

CURY, José Flávio. A gestão integrada de bacias hidrográficas: a abertura de uma oportunidade para o desenvolvimento sustentável do Alto Paranapanema. Tese de doutorado. Orientador Jose Luiz Caruso Ronca. São Paulo, FAU USP, 2006.

DELIJAICOV, Alexandre. Os rios e o desenho da cidade – proposta de projeto para a orla fluvial da Grande São Paulo. Dissertação de mestrado. Orientador Arnaldo Antônio Martino. São Paulo, FAU USP, 1999.

DELIJAICOV, Alexandre. São Paulo, metrópole fluvial: os rios e a arquitetura da cidade. Parques e portos fluviais urbanos: projeto da cidade-canal Billings-Taiaçupeba. Tese de doutorado. Orientador Arnaldo Antônio Martino. São Paulo, FAU USP, 2005.

DELIJAICOV, Alexandre; TAKIYA, André; BRAGA, Milton (coord.). Hidroanel Metropolitano de São Paulo / Metropolitan Waterway Ring of São Paulo. São Paulo, Grupo Metrópole Fluvial/ Governo do Estado de São Paulo/Secretaria Estadual de Logística e Transporte <www.metropolefluvial.fau.usp.br/hidroanel.php>.

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FRANCO, Fernando de Mello. A construção do caminho. A estruturação da metrópole pela conformação técnica das várzeas e planícies fluviais da Bacia de São Paulo. Tese de doutorado. Orientador Eduardo de Almeida. São Paulo, FAU USP, 2005. Disponível em <www.metropolefluvial.fau.usp.br/downloads/projetos/GMF_pesquisa-dr_franco.pdf>.

GRINSPUM, Gabriel Rodrigues. Metamorfose da várzea paulistana: energia, saneamento e urbanização. Orientadora Anália Maria Marinho de Carvalho Amorim. Dissertação de mestrado. São Paulo, FAU USP, 2014. Disponível em <www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16138/tde-11072014-112420/pt-br.php>.

MARTINS. Renata de Souza Leão. Empresas e gestão da água. Uma abordagem a partir do uso do indicador pegada hídrica. Tese de doutorado. Orientador Pedro Roberto Jacobi. São Paulo, Ciência Ambiental Procam USP, 2014.

MONTEIRO JUNIOR, Laércio. Infraestruturas urbanas: uma contribuição ao estudo da drenagem em São Paulo. Dissertação de mestrado. Orientador Klara Anna Maria Kaiser Mori. São Paulo, FAU USP, 2012.

MUNÕZ, Héctor Raúl. Razões para um debate sobre as interfaces da gestão dos recursos hídricos no contexto da lei de Águas de 1997. In: MUNÕZ, Héctor Raúl (org.). Interfaces da gestão de recursos hídricos. Desafios da lei de águas em 1997. 2a edição. Brasília, Secretaria de Recursos Hídricos, 2000. Disponível em: <www.uff.br/cienciaambiental/biblioteca/rhidricos/prefacio.pdf>.
NICO, Anna Paula Flaquer. O desenho urbano pautado pela infraestrutura urbana. Dissertação de mestrado. Orientador Paulo Bruna. São Paulo, FAU USP, 2010. 

RALLA, Thais Marina Castelhano. Análise de impactos socioambientais causados por obras de infraestrutura na represa Billings, município de Santo André, RMSP (SP). Dissertação de mestrado. Orientador Luis Antonio Bittar Venturi. São Paulo, 2011. Disponível em <www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-13092012-101509/pt-br.php>.

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SILVA, Ricardo Toledo. Águas e saneamento da metrópole: a atualidade dos desafios passados. Revista DAE, v. 62, 2014, p. 7-19.

SILVA, Ricardo Toledo. Águas e saneamento na macrometrópole paulista. O desafio da integração de escopos. Revista Iberoamericana de Urbanismo, v. 12, 2015, p. 137-156.
SILVA, Ricardo Toledo. Gestão integrada das bacias hidrográficas densamente urbanizadas. In: FONSECA, Rinaldo Barcia; DAVANZO, Aurea M. Q.; NEGREIROS, Rovena M. C. (Org.). Livro verde. Desafios para a gestão da Região Metropolitana de Campinas. Campinas, Instituto de Economia Unicamp, 2002, p. 451-484.

USP. Plano da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. São Paulo, Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo / Instituto de Geociências, 2000.

VILELA, Paula Andreia Dagostino. Reuso de água do Rio Pinheiros como elemento de recuperação da Represa Billings. Tese de doutorado. Orientador Pedro Caetano Sanches Mancuso. São Paulo, Faculdade de Saúde Pública da USP, 2009. Disponível em <www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6134/tde-21072009-100049/pt-br.php>.

Possíveis referências para pesquisa:
CASTILHO, José Contreras. História da represa Billings e o ABC das águas. 1997
Jornada de Debates Billings. Anais. São Paulo: Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, nov 1996.
Reservatório Billings: manejo do território e qualidade ambiental (IEE-Inst. Energia e Ambiente T.3535f)

 

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